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Anjos Colchões inaugura primeira unidade no interior de São Paulo

A cidade de Americana, próxima a grandes metrópoles, como da macrorregião de Campinas e São Paulo, é escolha da rede de colchões e móveis Anjos Colchões, para abertura de sua nova franquia no estado. A empresa foi fundada no Paraná em 1990, quando começou suas atividades como produção de estofados e apenas quatro funcionários em seu plantel.

Já em 2001 incorporou mais dois braços de negócios, sendo a Anjos Colchões e a D’Angelis Indústria Mobile, formando o Grupo Anjos do Brasil, empresa 100% nacional. Atualmente, a empresa conta com 54 lojas e está presente nos estados do Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, São Paulo, Mato Grosso, Brasília, Alagoas, Maranhão e Rio Grande do Norte, além de mais três lojas no Paraguai.

Anjos Colchões Americana

Atuando durante 18 anos como gerente de eventos, especializado no departamento comercial, Reginaldo Matheucci, comenta a recente motivação para o comércio, por causa da admiração que tem pelo dono da Anjos Colchões, Claudinei dos Anjos, que conheceu em 2000, quando ele ainda era seu cliente. “Tive, na época, a oportunidade de me envolver com os negócios, mas ainda não era o meu momento. Os anos passaram e eu fui conhecendo a estrutura e a equipe, mas, sem dúvida, a minha ida para Cascavel (PR) mudou o rumo da história”, comenta.

“Eu fui à fábrica, vi como funciona todas as etapas de produção, tanto dos colchões como dos estofados, conheci as pessoas e uma coisa me chamou muito atenção: todos ali eram felizes, da faxineira ao entregador de móveis, e isso me encantou, porque eu vi que também seria feliz naquele negócio”, conta o gerente de eventos.

Não só levado pela felicidade, Matheucci também investiu em conhecimento. Estudou o mercado e analisou com cuidado os pontos onde poderia abrir a loja, além de contratar alguém com vasta experiência para estar ao lado dele no dia a dia do atendimento.

Próximo aos concorrentes, numa região com elevada quantidade de lojas de móveis e colchões, Reginaldo escolheu o ponto que mais lhe agradava e os números não deixam mentir que a aposta foi certeira. São 230m² de salão e mais 130m² de depósito, com direito ainda a vagas de estacionamento na Avenida Campos Sales, 871, no Jardim Girassol.

Desafios

O franqueado reconhece que estar à frente de uma unidade da Anjos Colchões é um desafio, mas o otimismo toma conta quando o assunto é o negócio. “Nosso segmento está reaquecendo, a equipe da empresa meu deu muita atenção e a felicidade de todos me contagiou. É prazeroso estar envolvido nesse ambiente e cercado de pessoas boas, sei que as chances de sucesso são altas”, relatou.

A perspectiva positiva vai ao encontro do crescimento do consumo de móveis e colchões, que estima-se um saldo de 429,2 milhões de peças, alta de 1,3% em relação a 2016, conforme dados elaborados pelo Instituto de Estudos e Marketing Industrial – Inteligência de Mercado (Iemi).

(com informações de assessoria)

Venda de colchões avançou em 2017 e lojistas querem manter ritmo este ano

Com o resultado e perspectivas animadoras para 2018, redes como a Anjos Colchões e a MC Franqueadora (dona da Casa do Sono, Probel, OrtoSono, SonoArt, entre outras), já planejam acelerar as expansões.

Nos últimos anos de crise, as duas empresas continuaram abrindo lojas, mas a um ritmo menor. No caso da Anjos Colchões, por exemplo, foram abertas dez unidades em 2016 e 15 no ano passado. Neste ano, a ideia é dobrar o número de inaugurações, com ao menos 30 aberturas. Se concretizada a previsão, a rede de franquias chegaria a 84 unidades ao final de 2018.

Segundo o diretor-presidente da companhia, Claudinei dos Anjos, a rede decidiu acelerar o processo de aberturas porque enxerga um reaquecimento maior do mercado de colchões ao longo deste ano. “Estamos acelerando a expansão pelo cenário melhor da economia e para ingressar em novos mercados”, diz o empresário.

O quadro mais otimista para o setor está ligado a três fatores: a retomada do crédito, que favorece as compras a prazo, a melhora da confiança do consumidor, e um início de recuperação do mercado imobiliário, já que o consumidor tende a comprar um colchão novo quando troca de imóvel, explica o diretor do IEMI, Marcelo Prado. Diante do cenário, o executivo prevê que o volume de vendas de colchões cresça entre 2,8% e 3% este ano, o dobro do desempenho verificado pela empresa de pesquisas no ano passado. “Os indicadores de crédito têm crescido e os juros e inflação estão em queda. Tudo isso favorece os bens duráveis, entre eles os colchões.”

A melhora dos indicadores tem se refletido diretamente nas vendas dos dois lojistas. Na Anjos Colchões, o faturamento cresceu 15% em 2017, na comparação com o ano anterior, enquanto na MC Franqueadora o indicador registrou avanço de 13%. “Passámos de uma venda média por loja de R$ 55 mil, em 2016, para R$ 62 mil em 2017”, explicou ao DCI o diretor de expansão da MC Franqueadora, Carlos Guedes.

Os planos da rede para este ano englobam a abertura de 35 unidades, com foco no estado de São Paulo e nas marcas Casa do Sono, Probel e OrtoSono. O número de aberturas será maior do que o registrado em 2017, quando a rede abriu 22 operações. Além dos mercados em que já opera, a rede planeja entrar também em Santos, com 12 aberturas na cidade. A nova região deve demandar também a inauguração de um centro de distribuição (CD).

“Após a abertura da quarta loja em Santos devemos abrir um CD”, afirma Guedes. O centro seria alugado e demandaria um investimento de cerca de R$ 2,5 milhões em mercadoria. Atualmente, a MC Franqueadora trabalha com cinco centros de distribuição e possui 92 lojas em operação.

Para estimular o processo de expansão, a rede começou a oferecer crédito pré-aprovado para o franqueado que for abrir uma unidade. Através de uma vertical de crédito da empresa, o grupo oferece recursos tanto para a taxa de franquia quanto para a readequação do imóvel. “A estratégia tem nos ajudado muito a crescer e nos manter no mercado”, afirma. Segundo Guedes, as parcela do empréstimo são descontadas diretamente do faturamento da loja, minimizando riscos de inadimplência para o grupo.

Resultados robustosCom o aumento do ritmo de aberturas de lojas, as redes estão esperando resultados robustos para 2018. A Anjos Colchões projeta um crescimento acima de 10% para o faturamento deste ano, já em cima de uma base alta de comparação. A MC Franqueadora ainda não tem uma projeção fechada para o desempenho do período, mas afirma que as expectativas são otimistas. “Até o final do ano passado o mercado ainda estava difícil, mas agora em 2018 esperámos um efeito mais positivo da economia sobre o setor”, finaliza Guedes.

Mercado de colchões tem retomada diante da melhora do poder aquisitivo

Acompanhando alguns indícios de melhora da economia, o mercado de colchões deverá retornar ao terreno positivo em 2017, com alta de 3% da produção sobre o ano anterior. Para 2018, o crescimento poderá atingir 7%.

“Existe uma demanda reprimida no segmento, já que viemos de dois anos consecutivos de queda. A melhora do crédito é essencial para uma recuperação substancial”, diz o presidente da Associação Brasileira da Indústria de Colchões (Abicol), Alexandre Prates Pereira.

Entre as empresas que projetam a melhora está a Flex, que deve ter um avanço da receita de 4% a 5% neste ano, mas de até 10% em 2018, afirma o diretor-geral da empresa, Edson Ayub. “A inflação em baixa e a queda dos juros está trazendo o consumidor novamente para o mercado. Há um aumento efetivo das compras no varejo”, afirma.

Outra companhia que observa recuperação é a CBP. Segundo o presidente do conselho de administração, Marcelo Rodrigues, o faturamento neste ano deverá atingir a casa dos R$ 300 milhões, retornando a um patamar semelhante ao de 2015, ao passo que o crescimento para 2018 deve ficar na faixa dos 10% a 12%. “Observamos alguns sinais importantes de retomada. De agosto para cá, houve um aumento da carteira de pedidos: antes tínhamos uma visibilidade de produção de 15 dias, que agora passou para 45 dias”, destaca.

Segundo dados da Iemi Consultoria, a produção de colchões atingiu o pico em 2014, com um total de 35,9 milhões de peças. Desde então o volume vem caindo, acumulando recuo de 10,7% até 2016.

Apesar da retração em volume, o valor da produção nacional vem crescendo desde 2012, influenciado pela alta de preços, sobretudo de insumos, como do diisocianato de tolueno (TDI), matéria-prima para a produção da espuma. A desvalorização do real, entre 2015 e 2016, puxou a alta da commodity aos produtores brasileiros, que, diante do enfraquecimento do mercado interno, tiveram dificuldade de repassar com rapidez o aumento dos custos.

No segundo semestre deste ano, a passagem do furacão Harvey retraiu a oferta do TDI, gerando um novo aumento, entre 20% e 25%, que está sendo repassado ao preço na ponta em aproximadamente 14%, diz Pereira da Abicol. “A demanda [do insumo] ainda segue superior à oferta, mas é uma situação momentânea.”

Mudança de hábito

Segundo Pereira, o crescimento do setor foi puxado pela maior exigência de qualidade por parte dos consumidores e trocas mais constantes do produto. “Aquela ideia de que o colchão deveria durar de 5 a 10 anos já não é mais tão disseminada”, avalia.

Uma das consequências dessa mudança de hábitos foi o surgimento de uma série de lojas segmentadas, que se especializaram na venda técnica para atender às novas tendências do consumidor. A própria expansão do mercado imobiliário contribuiu para alavancar a produção do setor.

No entanto, a crise que abalou o setor imobiliário impactou diretamente não só a venda de colchões, como itens para dormitórios em geral. “O fluxo de consumidores nas lojas caiu mais 40% quando comparado a 2014”, aponta Ayub, da Flex.

Para driblar a crise, a estratégia da empresa inclui expansão na região Nordeste e melhorar a distribuição no interior de São Paulo. A produção anual média da companhia, de 150 mil peças, poderá avançar, em volumes, cerca de 7% em 2018. Na avaliação de Ayub, o mercado de colchões no Brasil chegou ao fundo do poço em 2016.

Já o executivo da CBP observa um aumento das encomendas por parte das incorporadoras imobiliárias, que estão optando por entregar apartamentos – principalmente os de menor metragem, de até 40 metros quadrados-, com o dormitório montado. “Algumas construtoras estão encomendando diretamente da indústria soluções para quartos prontos”, relata Rodrigues.

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